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Sábado, 28 Jan 2012

Os gênios envelhecem?

Os gênios envelhecem? Pense em Mick Jagger. Em tudo que ele, ao lado de Keith Richards, Ronnie Woods e Charlie Watts, produziu durante os anos 60, 70. Genial, não? Agora, lembre-se do que os Stones lançaram recentemente. Nada que se possa considerar indispensável, para  dizer o mínimo. Pois é exatamente essa a sensação que muitos aficionados por quadrinhos underground têm ao ouvir o nome de Robert Crumb. Não dá para questionar a obra do americano que é a maior referência do gênero. O cara que dividiu águas e que define a história dos quadrinhos.

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Memórias do Rock Gaulês

Conhecem a famosa história da sabotagem do show da Graforréia Xilarmônica, minuciosamente elaborada por Flávio Basso e Alexandre Barea, e que acabou na funerária da esquina da João Telles? E a história oficial de Mr. Lee, contada pelo próprio? Ou a história das gravações do disco Rock Garagem, considerado um marco na história do rock gaúcho? E o dia em que Os Cascavellettes tocaram playback na Discoteca di Chacrinha ? Você sabe qual é a relação entre a canção "Sob um Céu de Blues" e Bob Dylan? E sabe quem é a musa inspiradora de “Camila, Camila”, do Nenhum de Nós? Não?

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Onde comprar quadrinhos underground

Tudo bem. Nada vai superar o prazer de quem, no final da década de 1960, trombou com Robert Crumb e seu carrinho de bebê andando por ruas norte-americanas e conseguiu uma edição recém-impressa da Zap Comics. Dificilmente o tesão dessa compra será superado hoje em dia. O que, por um lado, é algo bastante conveniente. Existem vários lugares em que você pode comprar o melhor (ou pior no sentido do gênero) dos quadrinhos underground produzidos no exterior e também no Brasil.

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Arnaldo Mutante

Aqui vai uma resenha sobre o gênio maluco e underground Arnaldo Baptista, líder dos Mutantes, que sucumbiu às drogas e viveu a loucura do mundo e hoje vive recluso em Minas Gerais, onde se recupera da psicodelia intensa. Deixei de lado a bela fase mutante, os discos do Patrulha do Espaço, outro combo de Arnaldo e o esplendido disco "Loki?" para resenhar o fantástico "Singin’ Alone".

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Saudação a Ian Curtis

No dia 18 de Maio irá fazer 31 anos da morte de um dos meus ídolos, Ian Curtis, vocalista do Joy Division. O que restou da banda, depois do suicídio do vocalista, que se enforcou após assistir o filme Stroszek, como reza a lenda, é a eletrônica/rock New Order. Mandam bem, mas falta a peça inicial. O Ian Curtis era fundamental para a banda continuar com o vigor desesperado e sufocantemente emocionado.

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